Defesa de médico preso por perseguição e ameaças em Maringá diz discordar de prisão
A defesa do médico Daniel Fernandes Moura Júnior, de 41 anos, preso na manhã desta segunda-feira (23) em Atalaia, no noroeste do Paraná, se manifestou após a repercussão do caso envolvendo denúncias de perseguição e ameaças contra a ex-companheira, em Maringá.
Em nota, o advogado Emerson Rogério de Oliveira Farias afirmou que recebeu a decisão da prisão preventiva “com serenidade”, mas disse discordar dos fundamentos que levaram à medida. Segundo a defesa, o médico ainda está no início do processo e deve ser garantido o direito à presunção de inocência.
O advogado destacou que o médico possui endereço fixo, exerce profissão lícita e estava internado em uma clínica de reabilitação no momento em que foi preso por uma equipe da Polícia Civil. Para a defesa, esses fatores indicariam que a prisão seria desnecessária neste momento.
Ainda conforme a nota, medidas judiciais já estão sendo adotadas para tentar reverter a decisão e garantir que o médico responda ao processo em liberdade. O caso tramita sob segredo de Justiça.
Com informações de GMC.