Comerciante é executado a tiros em Mandaguaçu; o que se sabe sobre o crime até agora
O homicídio de João Carlos Juan Santos, de 32 anos, ocorreu na noite de sexta-feira (24) em frente à tabacaria de sua propriedade, na Avenida 7 de Setembro, região central de Mandaguaçu. O crime foi registrado por câmeras de segurança e gerou grande comoção na cidade. As investigações ainda estão em andamento, mas algumas informações já foram confirmadas pelas autoridades.
Vítima

João Carlos Juan Santos, 32 anos, era comerciante e proprietário de uma tabacaria no local do crime. De acordo com a Polícia Militar, ele tinha antecedentes por violência doméstica, roubo e porte ilegal de arma de fogo. Apesar disso, a motivação do crime ainda é desconhecida.
Dinâmica do crime
O ataque aconteceu por volta das 18h40. Imagens de segurança mostram João Carlos próximo à entrada do estabelecimento quando foi surpreendido por um homem que desceu de um veículo ainda não identificado. O atirador usava balaclava e efetuou diversos disparos com arma calibre 9 mm. Mesmo ferido, a vítima correu por cerca de 100 a 150 metros antes de cair sem vida no meio da avenida.
Socorro e perícia
O Samu foi acionado, mas a vítima já estava sem sinais vitais quando os socorristas chegaram. A médica da equipe relatou que João Carlos apresentava mais de sete perfurações, com ferimentos no abdômen, tronco, costas e face. As lesões foram consideradas incompatíveis com a vida.
A Polícia Militar isolou o local. Peritos da Polícia Científica recolheram estojos de munição calibre 9 mm espalhados pela via.
Investigação
A Polícia Civil de Mandaguaçu instaurou inquérito para apurar a autoria e a motivação do crime. Até o momento, ninguém foi preso. Equipes da PM intensificaram o patrulhamento na região, mas o suspeito não foi localizado. O veículo usado na fuga também não foi encontrado.
As imagens das câmeras de segurança estão sendo analisadas e podem ajudar na identificação do autor. A polícia não descarta novas linhas de investigação, incluindo possível envolvimento com o histórico criminal da vítima.
A orientação da PM é que denúncias anônimas sejam repassadas pelos telefones 190 ou 181. O caso segue em apuração.
