A psicóloga baleada na noite de terça-feira (24) enquanto dirigia no Conjunto Parigot de Souza, em Maringá, prestou depoimento à Polícia Civil nesta quarta-feira (25). A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso e trabalha, neste momento, com a hipótese de que a vítima tenha sido confundida com outra pessoa.
De acordo com o delegado Adriano Garcia, responsável pelas investigações, as informações colhidas até agora indicam que a mulher não tem inimigos, não relatou desavenças anteriores e não houve tentativa de assalto. “Na visão dela, o carro emparelhou achando que era uma amiga. Há suspeita de que os ocupantes tenham imaginado se tratar de uma emboscada e efetuaram os disparos”, afirmou.
Segundo o relato da vítima, ela havia acabado de sair de uma tabacaria de um amigo quando percebeu um veículo se aproximando. Por acreditar que poderia ser o carro de uma amiga, chegou a trafegar lado a lado com o automóvel. Em determinado momento, acelerou e, mais à frente, estacionou. Foi quando o outro veículo se aproximou novamente, emparelhou e o passageiro efetuou os tiros.
A psicóloga foi atingida por um disparo no braço. Mesmo ferida, conseguiu parar o carro e foi socorrida até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo encaminhada para atendimento médico.
O veículo da vítima foi recolhido e está na delegacia de Maringá, onde passará por perícia. De acordo com a polícia, há marcas de disparos no porta-malas, na porta do motorista e na janela. As investigações seguem em andamento, e nenhum suspeito foi localizado até o momento.
Com informações de GMC.















