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“Lobo da Batel” é preso: suspeito de aplicar um dos maiores golpes financeiros da história

Foto: Reprodução/Redes sociais/Divulgação/PMS

Um empresário foragido da Operação Mors Futuri, conhecido como Lobo da Batel, foi preso pela Polícia Militar em Itapema, litoral de Santa Catarina, na sexta-feira, 5. A Polícia Federal informou neste domingo, 7, que com o suspeito foram apreendidos R$ 5 milhões em espécie, além de celulares, chaves de veículos e relógios. Foragido desde agosto, ele estava em um hotel de frente para o mar, no bairro Ilhota, e tinha mandado de prisão preventiva em aberto por suspeita de comandar um dos maiores golpes financeiros do país. O preso foi encaminhado à Unidade Prisional Avançada de Itapema, e o dinheiro foi levado para a PF de Itajaí.

A investigação da PF em Curitiba apura grupos que criaram um banco digital clandestino para captar recursos de investidores com promessas de rentabilidade fixa, baixo risco e ganhos acima do mercado. A operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão na capital paranaense, bloqueios judiciais que podem chegar a R$ 66 milhões e sequestro de imóveis e veículos de alto valor. Segundo a PF, as estruturas não tinham autorização da CVM nem do Banco Central, movimentaram mais de R$ 1 bilhão e usavam empresas de tecnologia e um suposto banco digital, citando até algoritmos e programas de inteligência artificial para justificar os ganhos.

Identificado como José Oswaldo Dell’Agnolo, o empresário atuava em Curitiba por meio das empresas de investimentos The Boss, no bairro Água Verde, e Futuree, no Batel, de onde deriva o apelido Lobo da Batel. Desaparecido desde setembro, ele é suspeito de causar prejuízo superior a R$ 1 bilhão a pelo menos 800 pessoas. Após a prisão, foi mantido em Itapema, e os valores apreendidos foram entregues à PF em Itajaí, enquanto o inquérito segue sob responsabilidade da Polícia Federal em Curitiba.

Com informações de Banda B.

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