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Conheça a Amora, mascote que protege o Parque do Japão do ataque de ‘lontras assassinas’

Ela virou xodó de um dos pontos turísticos de Maringá. A cachorrinha Amora, uma vira-latas de 4 anos, ganhou o coração de funcionários e visitantes do Parque do Japão, e também pôs fim a um problema que causava transtornos constantes: os ataques de lontras, que ganharam o apelido de “lontras assassinas” no cartão-postal.

Amora chegou ao parque há cerca de 2 anos. Ela foi adotada e veio com a missão de espantar as lontras que apareciam à noite para devorar dezenas de carpas dos lagos. Segundo o gerente do parque, as Luiz Uema, era um prejuízo e uma “dor de cabeça”, já que com os ataques as carpas precisavam ser repostas constantemente.

“Ela conseguiu espantar as lontras e está fazendo bem essa função, é uma cachorra dócil, amigável, brincalhona, se dá bem como todo mundo, os visitantes vem e brincam com ela, então, aqui se tornou o quintal dela, o Parque do Japão se tornou o quintal e a casa dela”, afirmou o gerente.

Luiz não sabe precisar quantas carpas foram comidas pelas lontras no parque, mas afirma que foram centenas, já que os ataques ocorriam todas as noites, durante dois anos. Ele ainda falou sobre dificuldade de repor esse tipo de peixe.

“Essas carpas são ornamentais e são uma das atrações do parque. Carpas destes tamanhos são caras e difíceis de encontrar para comprar. Então, temos que preservar ao máximo esse tipo de peixe, não dá para bobear, sem a Amora, não sei o que íamos fazer”, disse.