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	<title>SAÚDE &#8211; RADAR DA NOTICIA</title>
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	<description>Noticias em Primeira mão !</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Apr 2026 15:23:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Câmara de Maringá aprova mudança no feriado de aniversário da cidade em votação apertada; &#8216;comércio&#8217; estima prejuízo de R$ 63 milhões</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/camara-de-maringa-aprova-mudanca-no-feriado-de-aniversario-da-cidade-em-votacao-apertada-comercio-estima-prejuizo-de-r-63-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:21:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em uma sessão marcada por tensão e placar apertado, a Câmara Municipal de Maringá aprovou nesta segunda-feira (13) o projeto que altera a data do feriado em comemoração ao aniversário da cidade. Foram 11 votos favoráveis e 9 contrários. O texto, de autoria do vereador Willian Gentil (PP), segue agora para sanção do Executivo. Atualmente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph">Em uma sessão marcada por tensão e placar apertado, a Câmara Municipal de Maringá aprovou nesta segunda-feira (13) o projeto que altera a data do feriado em comemoração ao aniversário da cidade. Foram 11 votos favoráveis e 9 contrários. O texto, de autoria do vereador Willian Gentil (PP), segue agora para sanção do Executivo.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Atualmente, a celebração ocorre na segunda-feira seguinte ao dia 10 de maio, a menos que a data caia em um domingo. Com a nova regra, o feriado passará a ser sempre na segunda-feira, independentemente do dia da semana em que o 10 de maio recair. Em 2026, por exemplo, a data será celebrada no dia 11 de maio, uma segunda-feira, mesmo com o aniversário oficial da cidade caindo no domingo.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Reação do comércio e vaias</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O projeto gerou forte reação da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), que enviou representantes para acompanhar a votação. Durante os discursos, o autor da proposta foi vaiado pelo grupo, mas seguiu defendendo a ideia sob o argumento de que o trabalhador comum teria mais um dia de descanso. Ele também rebateu as críticas, afirmando não ser “pau-mandado” da entidade e criticou colegas que, segundo ele, mudaram de posição durante a tramitação.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Em editorial publicado na véspera, a Acim estimou que o setor produtivo pode perder até R$ 63 milhões com a fixação do feriado em um dia útil.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Como votaram</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Favoráveis (11):</strong> Bravin Junior (PP), Guilherme Machado (PL), Italo Maroneze (PDT), Jeremias (PL), Lemuel (PDT), Maninho (Republicanos), Mário Hossokawa (PP), Odair Fogueteiro (PP), Pastor Sandro (União), Uilian da Farmácia (União) e Willian Gentil (PP).</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Contrários (9):</strong> Akemi Nishimori (PSD), Diogo Altamir (PSDB), Daniel Malvezzi (Novo), Angelo Salgueiro (Podemos), Flávio Mantovani (PSD), Giselli Bianchini (PL), Luiz Neto (Agir), Mário Verri (PT) e Professor Pacífico (Novo).</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O projeto agora depende da sanção do prefeito para entrar em vigor. A data do feriado em 2026 já seria afetada pela mudança, caso a lei seja promulgada nos próximos dias.</p>
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		<title>Sem acordo: servidores da Saúde de Maringá declaram estado de greve após mudança em escala histórica</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/sem-acordo-servidores-da-saude-de-maringa-declaram-estado-de-greve-apos-mudanca-em-escala-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:45:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em assembleia realizada no último sábado (11), os trabalhadores da área da Saúde de Maringá decidiram, por unanimidade, declarar estado de greve. O movimento é uma reação direta ao decreto municipal que extingue a escala 12&#215;60, um modelo consolidado há cerca de 17 anos entre profissionais da rede. A decisão foi tomada na sede do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="ds-message _63c77b1">
<div class="ds-markdown">
<p class="ds-markdown-paragraph">Em assembleia realizada no último sábado (11), os trabalhadores da área da Saúde de Maringá decidiram, por unanimidade, declarar estado de greve. O movimento é uma reação direta ao decreto municipal que extingue a escala 12&#215;60, um modelo consolidado há cerca de 17 anos entre profissionais da rede.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A decisão foi tomada na sede do SISMMAR, sindicato da categoria, após tentativas de negociação com a administração municipal serem consideradas insuficientes pela entidade. Para os servidores, o fim da escala representa um retrocesso nas condições de trabalho e pode afetar tanto a vida funcional quanto o atendimento à população.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre as ações aprovadas estão uma manifestação no centro da cidade na próxima quinta-feira (16), acompanhamento de sessões na Câmara Municipal, além de assembleias permanentes e campanhas de conscientização.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Prefeitura aponta necessidade de ajuste e cita controle externo</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Do outro lado, a Prefeitura de Maringá sustenta que a mudança é legal e necessária. De acordo com o município, o alto volume de horas extras na Saúde vinha sendo alvo de questionamentos do Ministério Público e do Tribunal de Contas. A gestão municipal afirma que a escala 12&#215;60 foi uma exceção criada durante a pandemia e que, com o retorno à normalidade, tornou-se preciso alinhar a rotina às regras vigentes.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A administração também ressalta que a jornada de 30 horas semanais, conquista histórica da categoria, segue mantida. O que muda é apenas a distribuição das horas. A estimativa é que, com a nova escala 12&#215;36, haja uma redução de cerca de 4 mil horas extras por mês.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Atualmente, dos 4.916 servidores da Saúde municipal, 503 atuavam no regime 12&#215;60, e 383 deles faziam horas extras, totalizando aproximadamente 15,9 mil horas mensais.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Impasse e risco de paralisação</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Embora a prefeitura defenda a legalidade da medida, o sindicato critica a falta de diálogo prévio e cobra a revogação do decreto. Com o estado de greve aprovado, a categoria pode avançar para uma paralisação total caso as negociações não avancem. O clima é de tensão, e os próximos dias devem ser decisivos para evitar um desgaste maior entre as partes e também para a população que depende dos serviços públicos de saúde.</p>
</div>
</div>
<p>Com informações de <a href="https://gmconline.com.br/noticias/cidade/servidores-da-saude-de-maringa-aprovam-estado-de-greve-apos-mudanca-na-escala-de-trabalho/">GMC</a>.</p>
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		<title>Polícia investiga mais seis mortes suspeitas no Hospital Anchieta, no DF; total de casos em apuração sobe para 13</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/policia-investiga-mais-seis-mortes-suspeitas-no-hospital-anchieta-no-df-total-de-casos-em-apuracao-sobe-para-13/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 14:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES DO DIA]]></category>
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		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Distrito Federal ampliou as investigações sobre mortes suspeitas no Hospital Anchieta, em Taguatinga. Seis novos casos foram incluídos na apuração, elevando para 13 o total de óbitos sob suspeita de terem sido provocados de forma intencional por técnicos de enfermagem na unidade. Os novos inquéritos, abertos pela 12ª Delegacia de Polícia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="ds-message _63c77b1">
<div class="ds-markdown">
<p class="ds-markdown-paragraph">A Polícia Civil do Distrito Federal ampliou as investigações sobre mortes suspeitas no Hospital Anchieta, em Taguatinga. Seis novos casos foram incluídos na apuração, elevando para 13 o total de óbitos sob suspeita de terem sido provocados de forma intencional por técnicos de enfermagem na unidade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Os novos inquéritos, abertos pela 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), envolvem pacientes que morreram em dezembro de 2025. As vítimas tinham entre 73 e 83 anos e apresentaram paradas cardiorrespiratórias repentinas, segundo informações da corporação.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">“Familiares que tiveram parentes que faleceram naquele hospital, principalmente na UTI, acredito que se colocaram naquela situação e viram a possibilidade de que seus parentes tivessem sido vítimas de homicídio. E procuraram as delegacias”, afirmou o delegado Raphael Seixas, responsável pelas investigações.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Antecedentes</strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph">As apurações começaram após a morte de três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, entre novembro e dezembro de 2025. As vítimas teriam recebido injeções letais aplicadas por um técnico de enfermagem, com a conivência de outras duas profissionais. Os três foram denunciados pelo Ministério Público do DF por homicídios triplamente qualificados e tornaram-se réus no último dia 18.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A polícia agora analisa os prontuários dos pacientes e as escalas médicas da UTI à época. Os documentos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para perícia. O delegado Raphael Seixas reconheceu que a demora na identificação dos casos como possíveis homicídios dolosos pode ter comprometido a preservação de imagens do atendimento na UTI, mas destacou que outros elementos de prova ainda podem ser obtidos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Os três técnicos de enfermagem, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos; Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos; e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, seguem presos preventivamente desde janeiro. Segundo a denúncia do MP, a motivação dos crimes seria o fato de as vítimas serem obesas e demandarem cuidados médicos mais intensos na UTI.</p>
<p>Com informações de <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/03/24/policia-investiga-mais-seis-mortes-suspeitas-no-hospital-anchieta-no-df-ja-sao-13-casos-em-apuracao.ghtml">G1</a>.</p>
</div>
</div>
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		<title>MP-PR propõe que Sanepar reembolse consumidores por água com gosto e cheiro ruins em Ponta Grossa; indenização pode chegar a R$ 5 milhões</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/mp-pr-propoe-que-sanepar-reembolse-consumidores-por-agua-com-gosto-e-cheiro-ruins-em-ponta-grossa-indenizacao-pode-chegar-a-r-5-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:23:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Paraná (MP-PR) apresentou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) à Sanepar para que a companhia reembolse moradores de Ponta Grossa que tiveram gastos extras devido à qualidade da água fornecida nos primeiros meses do ano. O acordo também prevê o pagamento de R$ 5 milhões em indenização, a ser destinada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph">O Ministério Público do Paraná (MP-PR) apresentou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) à Sanepar para que a companhia reembolse moradores de Ponta Grossa que tiveram gastos extras devido à qualidade da água fornecida nos primeiros meses do ano. O acordo também prevê o pagamento de R$ 5 milhões em indenização, a ser destinada ao fundo municipal de direitos difusos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Os problemas no abastecimento começaram em janeiro e se estenderam por quase dois meses. Moradores relataram água com odor e sabor alterados. No início de março, também houve registros de coloração marrom e alaranjada saindo das torneiras. A Sanepar atribuiu o gosto e o cheiro a um aumento atípico de algas na represa de Alagados, responsável por cerca de 30% da captação de água da cidade. Já a alteração de cor teria sido provocada pelo rompimento de uma rede, situação controlada em dois dias.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Pelo TAC, consumidores que comprovaram despesas extras, como a compra de água mineral, poderão solicitar reembolso à companhia, que terá até 30 dias para efetuar o pagamento. O MP-PR baseia a medida no Código de Defesa do Consumidor e em normas do Ministério da Saúde, que determinam que a água fornecida deve ser incolor, sem cheiro e sem gosto.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Em nota, a Sanepar informou que ainda não há definição sobre o acordo e que mantém diálogo com o Ministério Público. A empresa afirma que a qualidade da água já foi normalizada no município.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O governador Ratinho Junior (PSD) chegou a se manifestar sobre o caso no início de março, anunciando a construção de seis novos poços para reduzir a captação na represa de Alagados e a contratação de uma empresa canadense para avaliar uma solução definitiva para o problema. O governo também avalia parcerias com indústrias que possuem captação própria para ampliar a oferta de água à rede municipal.</p>
<p>Com informações de <a href="https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/03/22/ministerio-publico-propoe-que-sanepar-reembolse-consumidores.ghtml">G1</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pacientes paliativos do Hospital das Clínicas do Paraná passam últimos dias sem TV; único aparelho está quebrado desde outubro</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/pacientes-paliativos-do-hospital-das-clinicas-do-parana-passam-ultimos-dias-sem-tv-unico-aparelho-esta-quebrado-desde-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:41:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pacientes internadas em uma das enfermarias femininas do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, enfrentam os últimos momentos de vida sem acesso à televisão. O único aparelho disponível no local está quebrado desde outubro de 2025. O espaço atende pessoas em cuidados paliativos, que não podem mais voltar para casa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph">Pacientes internadas em uma das enfermarias femininas do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, enfrentam os últimos momentos de vida sem acesso à televisão. O único aparelho disponível no local está quebrado desde outubro de 2025. O espaço atende pessoas em cuidados paliativos, que não podem mais voltar para casa e, muitas vezes, já não conseguem ler ou usar o celular, restando a TV como única forma de distração.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Na última semana, a enfermaria abrigava três mulheres e seus acompanhantes. Uma delas faleceu no domingo (8). Sobre o televisor, um cartaz colado na tela informava o “termo de obsolescência”. De acordo com a UFPR, o reparo custaria R$ 600, mas uma TV nova de modelo semelhante sai por R$ 700, o que levou à decisão de não consertar o aparelho.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A universidade informou que o processo de substituição está em andamento, mas envolve etapas burocráticas por se tratar de um bem público, patrimônio da UFPR cedido ao hospital. “O processo de desfazimento e substituição deste bem tem etapas adicionais a serem cumpridas, mas encontra-se em andamento. O CHC-UFPR lamenta a morosidade do processo, mas está tomando as medidas possíveis para resolver esta situação”, disse em nota.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Não há previsão de quando as pacientes terão acesso a um novo televisor.</p>
<p>Com informações de <a href="https://www.plural.jor.br/curitiba/pacientes-paliativos-do-hc-passam-ultimos-momentos-de-vida-sem-poder-ver-tv/">Jornal Plural</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câmara de Maringá aprova projeto que capacita profissionais da saúde para diagnóstico precoce de doenças raras</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/camara-de-maringa-aprova-projeto-que-capacita-profissionais-da-saude-para-diagnostico-precoce-de-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 16:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES DO DIA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Maringá aprovou em primeiro turno, na noite desta quinta-feira (12), o Projeto de Lei 17.480/2025, que estabelece diretrizes para a capacitação de servidores da rede pública de saúde com foco no diagnóstico precoce de doenças raras. A proposta, de autoria da presidente da Casa, vereadora Majô Capdeboscq, recebeu 20 votos favoráveis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph">A Câmara Municipal de Maringá aprovou em primeiro turno, na noite desta quinta-feira (12), o Projeto de Lei 17.480/2025, que estabelece diretrizes para a capacitação de servidores da rede pública de saúde com foco no diagnóstico precoce de doenças raras. A proposta, de autoria da presidente da Casa, vereadora Majô Capdeboscq, recebeu 20 votos favoráveis e nenhum contrário.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O texto abrange médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e demais profissionais da saúde municipal. Entre as diretrizes previstas estão a realização de cursos e eventos de formação, o incentivo à escuta ativa no atendimento, a divulgação de informações sobre testes genéticos e, sobretudo, a humanização no acolhimento aos pacientes com doenças raras e seus familiares.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Em seu discurso, a vereadora destacou que a inspiração para o projeto veio de dentro da própria Câmara: o servidor Pedro Mendes, portador de uma síndrome rara e ativista da causa, procurou o Gabinete da Presidência para solicitar a criação de uma política pública voltada ao problema. &#8220;No caso de doenças raras, tempo é vida. Diagnosticar cedo evita erros, reduz custos e diminui a angústia das famílias e dos pacientes&#8221;, afirmou Majô.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A proposição foi apreciada no mês dedicado à conscientização sobre o tema, o &#8220;Fevereiro Lilás&#8221;. Antes de seguir para sanção do Executivo, o projeto ainda precisa passar por segundo turno de votação no plenário.</p>
<p>Com informações de <a href="https://maringapost.com.br/cidade/2026/02/12/camara-aprova-projeto-para-diagnostico-precoce-de-doencas-raras/">Maringá Post</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ortopedista é condenado a 10 anos de prisão por cobrar valores de pacientes em cirurgias pelo SUS no Paraná</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/ortopedista-e-condenado-a-10-anos-de-prisao-por-cobrar-valores-de-pacientes-em-cirurgias-pelo-sus-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 14:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES DO DIA]]></category>
		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>
		<category><![CDATA[POLICIAL]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça condenou um médico ortopedista a 10 anos de prisão após investigação apontar a cobrança indevida de pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde em Toledo, no oeste do Paraná. De acordo com o Ministério Público, entre 2015 e 2017, ao menos onze pessoas relataram ter sido orientadas a pagar valores que variavam entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="113" data-end="552">A Justiça condenou um médico ortopedista a 10 anos de prisão após investigação apontar a cobrança indevida de pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde em Toledo, no oeste do Paraná. De acordo com o Ministério Público, entre 2015 e 2017, ao menos onze pessoas relataram ter sido orientadas a pagar valores que variavam entre R$ 50 e R$ 200 para a realização de procedimentos cirúrgicos que deveriam ser totalmente custeados pelo SUS.</p>
<p data-start="554" data-end="966">Segundo a denúncia, o profissional afirmava que o dinheiro seria destinado a despesas como instrumentistas, anestesistas, luvas, agulhas e até à própria cirurgia ortopédica. Testemunhas ouvidas ao longo do processo disseram que o médico condicionava a realização dos procedimentos ao pagamento prévio, e duas vítimas relataram que precisaram contrair empréstimos para conseguir arcar com as quantias solicitadas.</p>
<p data-start="968" data-end="1210">Além da pena de prisão, foi fixada multa aproximada de R$ 98,5 mil. A decisão ainda cabe recurso e o condenado poderá responder em liberdade enquanto o caso segue nas instâncias superiores. A defesa não se manifestou até a última atualização.</p>
<p data-start="1212" data-end="1538">O Conselho Regional de Medicina do Paraná informou, por meio de nota, que mantém procedimento administrativo em andamento sob sigilo. Conforme o órgão, caso seja comprovada infração ética, as sanções podem variar de advertência confidencial até a cassação do exercício profissional, dependendo da gravidade dos fatos apurados.</p>
<p data-start="1212" data-end="1538">Com informações de <a href="https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/02/11/ortopedista-condenacao-cobranca-cirurgias-sus-parana.ghtml">G1</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Técnicos de enfermagem matavam pacientes em UTI com substância que não deixava rastro, aponta investigação no DF</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/tecnicos-de-enfermagem-matavam-pacientes-em-uti-com-substancia-que-nao-deixava-rastro-aponta-investigacao-no-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 15:06:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[POLICIAL]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMA HORA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga uma série de homicídios ocorridos dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga. Técnicos de enfermagem são suspeitos de provocar a morte de pacientes por meio da aplicação de substâncias de uso indevido, capazes de causar parada cardíaca e de difícil detecção em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="395" data-end="824">A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga uma série de homicídios ocorridos dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga. Técnicos de enfermagem são suspeitos de provocar a morte de pacientes por meio da aplicação de substâncias de uso indevido, capazes de causar parada cardíaca e de difícil detecção em exames iniciais. Os crimes teriam ocorrido entre novembro e dezembro de 2025.</p>
<p data-start="826" data-end="1169">As apurações fazem parte da Operação Anúbis, conduzida pela Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP). Até o momento, três ex-técnicos de enfermagem foram presos temporariamente por determinação judicial. A investigação trata os casos como homicídios e apura se houve repetição do método dentro da unidade hospitalar.</p>
<p data-start="1171" data-end="1671">Segundo a Polícia Civil, os investigados teriam se aproveitado da rotina hospitalar para agir. Um dos técnicos, de 24 anos, é apontado como o responsável direto pelas aplicações. Ele teria utilizado indevidamente o sistema eletrônico do hospital, que estava logado em nome de um médico, para prescrever medicamentos incompatíveis com o quadro clínico dos pacientes. Após a prescrição irregular, o remédio era retirado na farmácia da unidade e aplicado diretamente nas vítimas, sem autorização médica.</p>
<p data-start="1673" data-end="1933">As investigações também indicam que, em pelo menos um dos casos, substâncias sem qualquer indicação para uso intravenoso foram administradas de forma repetida em um paciente, o que teria agravado de maneira decisiva o estado clínico e contribuído para o óbito.</p>
<p data-start="1935" data-end="2195">As vítimas identificadas até agora são uma professora aposentada de 67 anos, um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos, todos internados na UTI. Duas das aplicações ocorreram no dia 17 de novembro de 2025 e a terceira em 1º de dezembro do mesmo ano.</p>
<p data-start="2197" data-end="2676">Imagens de câmeras de segurança da UTI foram analisadas pela polícia e registraram a presença dos suspeitos junto aos leitos das vítimas em horários compatíveis com os procedimentos irregulares. Inicialmente, os ex-técnicos negaram participação, mas, após confronto com as imagens e outros elementos probatórios, acabaram confessando o envolvimento. Duas mulheres, de 22 e 28 anos, teriam auxiliado em ao menos dois episódios, dando suporte ou facilitando o acesso aos pacientes.</p>
<p data-start="2678" data-end="3034">A primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada em 11 de janeiro, com apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE), resultando em prisões temporárias e no cumprimento de mandados de busca e apreensão em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas (GO). Foram recolhidos documentos e dispositivos eletrônicos considerados essenciais para a investigação.</p>
<p data-start="3036" data-end="3341">A segunda fase ocorreu em 15 de janeiro, quando a Polícia Civil cumpriu mais um mandado de prisão temporária e realizou novas apreensões em Ceilândia e Samambaia. Os equipamentos apreendidos devem auxiliar na análise de comunicações internas, registros de plantão e possíveis vínculos entre os envolvidos.</p>
<p data-start="3343" data-end="3854">O Hospital Anchieta informou, por meio de nota, que identificou circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos em sua UTI e, por iniciativa própria, instaurou um comitê interno de análise. Segundo a instituição, a investigação interna resultou na identificação de evidências contra ex-funcionários, que foram formalmente encaminhadas às autoridades. O hospital afirmou ainda que solicitou a abertura do inquérito policial, colaborou com as prisões cautelares e entrou em contato com as famílias das vítimas.</p>
<p data-start="3856" data-end="4162">O caso tramita sob segredo de justiça. A Polícia Civil do Distrito Federal informou que as investigações continuam em andamento e que novas medidas não estão descartadas, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar eventuais falhas institucionais e responsabilizar todos os envolvidos.</p>
<p data-start="3856" data-end="4162">Com informações de <a href="https://www.metropoles.com/colunas/mirelle-pinheiro/tecnicos-de-enfermagem-matavam-pacientes-com-substancia-que-nao-deixa-rastro">Metrópoles</a>.</p>
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		<title>Prefeitura de Maringá extingue 50 cargos do Samu e anuncia demissão de servidores celetistas</title>
		<link>https://radardanoticia.com.br/prefeitura-de-maringa-extingue-50-cargos-do-samu-e-anuncia-demissao-de-servidores-celetistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 16:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES DO DIA]]></category>
		<category><![CDATA[MARINGÁ]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Maringá comunicou, na manhã desta quinta-feira (8), a extinção de 50 cargos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a consequente demissão de servidores contratados pelo regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). A decisão foi apresentada durante reunião entre representantes do Executivo municipal, do Consórcio Público Intermunicipal de Gestão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="98" data-end="575">A Prefeitura de Maringá comunicou, na manhã desta quinta-feira (8), a extinção de 50 cargos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a consequente demissão de servidores contratados pelo regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). A decisão foi apresentada durante reunião entre representantes do Executivo municipal, do Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Proamusep) e do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar).</p>
<p data-start="577" data-end="1002">Os desligamentos atingem aproximadamente 50 profissionais, entre enfermeiros, médicos e motoristas, que eram contratados diretamente pelo município desde a implantação do Samu em Maringá, em 2004. Segundo o secretário municipal de Saúde, Antônio Carlos Nardi, os servidores receberão todas as verbas rescisórias previstas na CLT e cumprirão 30 dias de aviso prévio a partir da notificação verbal realizada nesta quinta-feira.</p>
<p data-start="1004" data-end="1527">De acordo com a administração municipal, a medida decorre de determinações da Justiça do Trabalho. Os servidores do Samu de Maringá foram contratados com jornada de 8 horas diárias, mas, após a regionalização do serviço, passaram a atuar em escala de 12 horas de trabalho por 36 de descanso, padrão adotado pelo Samu regional. Essa diferença teria gerado pagamento contínuo de horas extras, situação considerada irregular pelo Ministério do Trabalho, que notificou o município em agosto de 2025 para adoção de providências.</p>
<p data-start="1529" data-end="2142">O Samu é atualmente gerido de forma regionalizada pelo Proamusep, responsável pelo atendimento em 30 municípios da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). Cada cidade realiza aportes financeiros ao consórcio, que faz a contratação direta dos profissionais. Segundo a presidente do Proamusep e prefeita de Astorga, Suzie Pucillo, o regime de trabalho dos servidores vinculados exclusivamente à Prefeitura de Maringá foi um dos principais entraves, por gerar impacto financeiro com horas extras e conflitos com os servidores contratados diretamente pelo consórcio, que já atuam em escala 12&#215;36.</p>
<p data-start="2144" data-end="2526">Ainda conforme Suzie, o consórcio já se preparava para os desligamentos desde o ano passado e realizou contratações por meio de Processo Seletivo Simplificado (PSS) para suprir a demanda. Ela afirmou que a decisão não trará prejuízos ao atendimento do Samu na região e que os servidores desligados poderão participar de novos processos seletivos do consórcio, caso tenham interesse.</p>
<p data-start="2528" data-end="2874">O diretor-técnico do Samu Regional, Etore Moscardi, explicou que parte dos médicos já havia sido contratada em regime diferenciado e que existe reserva técnica de concurso público para reposição dos profissionais. Segundo ele, entre os 50 cargos extintos, sete eram de médicos e outros seis servidores já estavam afastados por diferentes motivos.</p>
<p data-start="2876" data-end="3284">O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá repudiou a decisão, afirmando que não houve debate prévio com a categoria. A presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, informou que o sindicato buscará o Ministério Público do Trabalho e que pretende ingressar com ações trabalhistas individuais e coletivas. Segundo ela, há servidores no Samu que atuam desde 2004 e foram surpreendidos pela decisão.</p>
<p data-start="3286" data-end="3425" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A Prefeitura de Maringá foi procurada para comentar o posicionamento do sindicato, mas não se manifestou até o fechamento desta reportagem.</p>
<p>Com informações de GMC e Maringá Post.</p>
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		<title>Chuva arrasta carro para córrego e motorista desaparece em Guarulhos; estado registra sete mortes em dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 15:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES DO DIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLICIAL]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[Um motorista desapareceu após ter o carro arrastado pela enxurrada até um córrego no bairro do Taboão, em Guarulhos, durante a chuva forte de terça-feira, 16. As buscas do Corpo de Bombeiros foram retomadas na manhã desta quarta-feira, 17. Segundo testemunhas, havia duas pessoas dentro do veículo, um utilitário leve branco. A cerca metálica que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="115" data-end="354">Um motorista desapareceu após ter o carro arrastado pela enxurrada até um córrego no bairro do Taboão, em Guarulhos, durante a chuva forte de terça-feira, 16. As buscas do Corpo de Bombeiros foram retomadas na manhã desta quarta-feira, 17.</p>
<p data-start="356" data-end="742">Segundo testemunhas, havia duas pessoas dentro do veículo, um utilitário leve branco. A cerca metálica que separa a rua do córrego estaria caída há algum tempo, de acordo com moradores. O carro ficou preso próximo a uma casa construída sobre a passagem do curso d’água. Pessoas tentaram abrir a porta do veículo por volta das 17h30, mas relataram não ter encontrado ninguém no interior.</p>
<p data-start="744" data-end="874">Os bombeiros utilizam uma retroescavadeira para retirar lixo e desobstruir o córrego, facilitando o trabalho das equipes de busca.</p>
<p data-start="876" data-end="1353">A Defesa Civil do Estado de São Paulo contabiliza sete mortes relacionadas às chuvas neste mês de dezembro: um homem em Campos do Jordão após deslizamento no dia 10; uma mulher na zona leste da capital por queda de muro também no dia 10; uma mulher em Guarulhos por queda de árvore no dia 12; um homem em Juquitiba por descarga elétrica no dia 13; um homem em Bauru arrastado pelo rio no dia 14; e dois óbitos em Ilhabela no dia 16, um por queda de muro e outro por correnteza.</p>
<p data-start="1355" data-end="1567">No litoral norte, houve alerta de temporais para cidades como Ilhabela e São Sebastião. A orientação é buscar abrigo, evitar áreas de risco e redobrar a atenção em pontos com encostas, margens de rios e galerias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações de <a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2025/12/17/apos-chuva-intensa-homem-desaparece-em-corrego-em-guarulhos-defesa-civil-contabiliza-sete-mortes-no-estado-de-sp.ghtml">G1</a>.</p>
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