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Diretoria do Maringá F. C. quer transformar o time em empresa

O MFC tem tido prejuízos financeiros nos últimos anos e com esse projeto pode arrecadar novas empresas patrocinadoras. Foto: Divulgação/CMM

Segundo dirigentes, essa é uma maneira de atrair investimentos

 

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que permite a criação do chamado clube-empresa. Tipo de iniciativa comum na Europa.

A ideia do Maringá é um pouco diferente. Além de ter, claro, patrocinadores e sócio-torcedores, o objetivo é ser um SA (sociedade anônima), permitindo investimentos de pessoas físicas e jurídicas. Atualmente, o clube já tem 20 sócios que tomam as decisões, além de 13 patrocinadores. É um meio-termo.

O presidente é o empresário João Vitor Mazzer. Mazzer está no time desde o final de 2016. Ele assumiu a presidência no começo deste ano, quando os fundadores do Maringá F. C. saíram.

Na avaliação do presidente, o clube-empresa é um caminho seguro para o futebol profissional. Evita problemas como corrupção e atrai pessoas que querem investir. Além disso, é uma possibilidade para o clube não fechar no vermelho.

A diretoria do Maringá vê a região do norte do Paraná como um mercado em potencial para o futebol. Alguns motivos: há 800 mil pessoas nas 30 cidades que fazem parte da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep); o clube já tem centro de treinamento, Maringá tem um estádio considerado bom.

O que falta, mesmo, são duas coisas: dinheiro e o convencimento da população quanto ao trabalho da diretoria, avaliou o presidente.

O plano da diretoria é ambicioso e há um entrave, uma espécie de ‘X da questão’: é o dinheiro que traz bons resultados dentro de campo ou são os resultados dentro de campo que trazem o dinheiro? A resposta não é tão simples. (CBN Maringá)

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