Plantão Policial

Criminoso que estuprou e matou mulher em Sarandi foge da cadeia na surdina

Dia 31 de outubro de 2019 foi a data que Francisco Wellington Pereira da Silva, de 30 anos,
fugiu da cadeia da cidade de Mandaguari. Ele estava cumprindo uma pena de 21 anos e 8
meses por crime de estupro e homicídio quando conseguiu escapar do prédio da delegacia.

Segundo informações, Francisco Wellington estava prestando alguns serviços durante o dia
quando facilmente deixou as dependências da cadeia. Quando os agentes de cadeia
perceberam a fuga já era tarde. Francisco está com mandado de prisão em aberto por causa da
fuga.

O criminoso cometeu uma crueldade com a dona Isabel dos Santos, que na época tinha seus
51 anos. A vítima foi estuprada e depois estrangulada dentro de sua casa no Jardim Ouro Verde
no dia 9 de setembro de 2017. Francisco que ficou mantendo um relacionamento com Isabel
por cerca de 2 anos confessou o crime.

Ele contou aos policiais que um dia antes do crime entrou na casa com autorização dela,
tomou banho, depois deu uma “gravata” no pescoço matando a mulher. Francisco afirmou
ainda que depois de morta estuprou Isabel sem uso de preservativo.

O criminoso depois de praticar sexo oral e vaginal com o cadáver foi ao banheiro e tomou
outro banho. No depoimento o interrogado diz que amava a mulher, e que Isabel falava
constantemente que iria se casar com Francisco.

O suspeito afirmou também que o filho adotivo da vítima que é uma criança estava dormindo quando praticou o assassinato. “Após matar Isabel, roubei dois celulares que estavam na casa e uma bicicleta que depois eu
comercializei em Marialva para comprar bebida e drogas”, disse Francisco. A Polícia Civil perguntou ao suspeito se o mesmo cometeu o crime sob efeito de álcool ou drogas. O interrogado disse que antes de ir para a casa de Isabel que tomou cachaça e usou entorpecente.

Antes de Francisco ser preso em Ponta Grossa, uma outra pessoa chegou a ser presa e ficar 47
dias na cadeia por ter sido acusada pela polícia de ser o autor da morte de Isabel. Na época, o
advogado Emerson Farias juntou provas e conseguiu na justiça colocar seu cliente em liberdade
provando a inocência do preso.

Por: André Almenara

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